Degradação de Polímeros
ENGENHARIA METALÚRGICA
CORROSÃO E PROTEÇÃO SUPERFICIAL
DEGRADAÇÃO EM POLÍMEROS
CÁSSIO DE OLIVEIRA MOREIRA
GILBERTO RODRIGUES FILHO
LUCAS NUNES MUNIZ
VITÓRIA
2013
OBJETIVOS Analisar e conhecer os processos de degradação de polímeros, suas causas, e métodos de análises.
INTRODUÇÃO
A degradação de polímero merece atenção uma vez que esse processo demora muito tempo para ocorrer.
Esse processo se dá pela atuação de agentes causadores de degradação no meio ambiente, causando deterioração progressiva no material que pode tornar irreversíveis as modificações em suas propriedades. Dessa forma, é um processo físico, químico ou até biológico que conduz à perda de funcionalidade do polímero e à perda de massa molar.
A degradação pode acontecer sob diversos aspectos.
Se pensando na severidade da modificação; quando se altera o aspecto visual do polímero, como a sua cor, é considerada como superficial não resultando, necessariamente, em danos irreversíveis. Já quando altera as propriedades mecânicas, térmicas, dentre outras físicas e químicas, é considerada estrutural uma vez que compromete o desempenho do material quanto à estrutura.
Em relação às reações de degradação, pode ocorrer sem ou com cisão da cadeia principal do polímero. A primeira é considerada mais superficial, enquanto a segunda já resulta em modificações estruturais podendo ser mais drástica às propriedades.
Em relação aos agentes causadores e responsáveis pela degradação se tem os agentes físicos, sendo alguns deles a radiação solar, temperatura, atrito mecânico; os agentes químicos como a água, ácidos, bases, solventes, oxigênio, ozônio; e, inclusive, agentes biológicos como fungos e bactérias, ou seja, microorganismos.
A degradação nem sempre é um processo prejudicial. É possível geração de novos produtos, como compatibilizantes a partir da hidrolise da poliamida (patente da Unicamp com GE Plastics) ou ainda, a