CPUs de Videogames
TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS
FELIPE AUGUSTO MASTEGUIM BEDANA
GUILHERME CELESTINO DE LIMA
IGOR MATHEUS DE CASTRO SANTANA
LUCAS BORGES DOS SANTOS
RACHEL BARATO GAMA
VITOR ALCÂNTARA FERREIRA
UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO NOS CONSOLES
AMERICANA
2013
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO 3
2. PLAYSTATION 5
2.1 UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO 5
2.1.1 Mecanismo de Transformação Geométrica: 6
2.1.2 Mecanismo de Descompressão de Dados 6
2.2 UNIDADE DE PROCESSAMENTO GRÁFICA 6
3. PLAYSTATION 2 8
3.1 EMOTION ENGINE 8
3.1.1 CPU Core 9
3.1.2 VU0 e VU1 9
3.2 I/O PROCESSOR 11
3.3 MEMÓRIAS 11
3.4 GRAFIC SINTHESIZER 11
4. PLAYSTATION 3 12
5. A OITAVA GERAÇÃO 14
6. REFERÊNCIAS 15
1. INTRODUÇÃO
Os computadores e os videogames possuem a mesma arquitetura, porém ambos diferem por terem um foco diferente. Enquanto o foco dos consoles é somente o desempenho dos jogos (e de entretenimento em geral nos últimos anos), o do computador é mais amplo, passando de tarefas rotineiras a processos mais elaborados.
Tanto um videogame quanto um computador rodando um jogo são basicamente constituídos pelos seguintes elementos: processador, memória e placa de vídeo. O processador faz os cálculos necessários, executa as funções do jogo, é o cérebro. A memória guarda tanto esses dados do processador quanto os gráficos em “estado bruto”, como as texturas dos modelos 3D. A placa de vídeo processa esses gráficos e os exibe na tela.
Em computadores, esses valores estão sempre mudando de usuário para usuário, pois cada um tem sua configuração, com potência variável, enquanto nos videogames todos têm o mesmo equipamento. Desta maneira, para tentar vender um jogo de PC para o máximo de pessoas possível, os produtores costumam utilizar requisitos mínimos baixos.
É comum títulos para PC possuírem opções de aumento de qualidade, permitindo utilizar essa potência extra para deixar seu jogo mais bonito ou com física mais realista. Porém, são adições colocadas por cima de