Concentração Crítica Micelar
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto
Departamento de Química
Relatório de Físico-Química Experimental
Experimento 2
Determinação da CMC empregando condutometria
Grupo 04
Douglas Romano Beletti Nº USP 7695944
Marcos Shiro Touma Nº USP
Jessé Ramos da Silva Filho Nº USP
Ribeirão Preto, 27 de Março de 2015
Objetivo
Determinar a concentração crítica micelar e o grau de dissociação do surfactante para as soluções na ausência e presença de n-propanol.
Metodologia
Resultados
Determinação da CMC por condutância.
[SDS] (mmol L-1)
Condutância (uS/cm)
Temperatura (°C)
Discussões.
Tensoativos são moléculas anfifílicas caracterizadas por possuírem ambas as regiões estruturais hidrofílica e hidrofóbica, que dinamicamente se associam espontaneamente em solução aquosa a partir de uma determinada concentração denominada concentração micelar crítica (CMC). Acima dessa concentração, as moléculas do tensoativo formam grandes agregados moleculares de dimensões coloidais. A esses agregados, que geralmente contem 60 a 100 moléculas do tensoativo, dá-se o nome de micelas. Geralmente, em solução aquosa, as moléculas do tensoativo agregam-se formando uma esfera com caudas hidrofóbicas voltadas para o seu interior e os grupos hidrofílicos ou carregados, voltados para fora. Abaixo da CMC, o tensoativo está predominantemente na forma de monômeros. A CMC depende da estrutura do tensoativo (tamanho da cadeia do hidrocarboneto) e das condições do meio (concentração iônica, contra-íons, temperatura etc.). As micelas são termodinamicamente estáveis e facilmente reprodutíveis.
Conclusão.
Referencias.
MATTHEWS, G. P. Experimental Physical Chemistry. Clarendon Press Oxford: 1985.
SHOEMAKER, D.P; GARLAND, C.W. Experiments in Physical Chemistry. McGraw-Hill: 1981.
MORAES, Solange Leite de; REZENDE, Maria Olímpia Oliveira. Determinação da