Cheguevara
14 de junho de 1928 e falecido em La Higuera (Bolívia),
9 de outubro de 1967, foi um guerrilheiro, político, jornalista, escritor e médico argentino-cubano.
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Teve a sua formação ministrada principalmente pela mãe, figura forte no seu desenvolvimento político, pois apesar de ser católica, cultivava um ideal esquerdista em sua família, e mantinha relações com outras mulheres também muito politizadas. Estudou inicialmente em casa, acompanhado pela figura materna, em meio de obras de Marx, Engels e Lênin. Na adolescência ele já cultivava o hábito da leitura, ao lado de autores como Júlio Verne, Baudelaire e Neruda, entre outros. A partir de 1944, a situação financeira da família começa a declinar e Che Guevara vai trabalhar como funcionário público, prosseguindo com os estudos. Ao entrar na
Universidade, muda-se com os familiares para Bogotá e segue estudando Medicina, com um interesse especial pela lepra, e trabalhando para ajudar nas despesas de casa. Nessa época ele é dispensado pelo Exército por não possuir os atributos físicos necessários para o serviço militar.
• Em 1951, ele inicia ao lado do amigo Alberto Granado e da antiga companheira, uma viagem numa moto que irá mudar a sua vida. Ao longo de um tour pela América
Latina, não exatamente por pontos turísticos, mas por minas de cobre, aldeias indígenas e leprosários, convivendo com os oprimidos, olhando a realidade de um outro ponto de vista, mais crítico, durante oito meses, Ernesto modifica a sua visão política, antes nacionalista, e escreve um diário sobre esta jornada fundamental na sua vida.
• Em 1953, ele dá início à segunda travessia pela América
Latina, passando pela Bolívia, Peru, Equador, Colômbia,
Panamá, Costa Rica, El Salvador e Guatemala, com seu amigo Ricardo Rojo.
• Em 1954,