Celso Furtado
1. A vida econômica (em uma região perifárica: O Paraná): da ocupação à emancipação. (PCP – 1 a 5 e 37 – 43)
Expanção e Declinio das atividades economicas nas colonias
As regiões da America Latina denominadas pelas metrópoles eram exclusivamentes economias extrativistas, fixando na produção de um ou poucos bens e inibindo a expansão de outras atividades economicas. Juntando o fato dessas economias serem voltadas para o mercado internacional, com muitos produtores (concorrendo na disputa de mercado consumidores) produzindo em quantidades não adequadas à demanda real, faz com que essa economia entra em declinio.
Este fato determinou que a evolução economica desses paises desse por ciclos:
1º Surgimento de uma atividade principal e condutora da economia;
2º Periodo de estagnação;
3º Surgimento da nova atividade economica;
O Processo de Industrialização Paulista
Chegando ao ciclo cafeeiro paulista, que de certa forma contribuio para o desenvolvimento do setor industrial.
Lembrando que o autor não quer responsabilizar a cafeicultura paulista pela implantação do setor industrial, que atrelou o sistema economico brasileiro. O autor quer dizer que, ao expandir-se a indústria paulista, todas outras regiões do país passaram a contribuir de alguma maneira para o centro dinamico da economia brasileira, fazendo com que:
Aumentasse do fluxo de mão-de-obra, capitais e recursos naturais para São Paulo;
São Paulo tornou-se principal estado gerador de renda, que lhe permitiu desenvolver mais a infraestrutura, educação, setor terciário, etc.
A economia paulista passou a agir como se fosse uma metrópole economica.
Pelo fato de São Paulo ser o centro dinamico economico e estabelecer vinculos de dependência, com todas outras regiões do país, estas passaram a depender do centro economico industrial, primeiramente as regiões mais proximas ao centro e depois a