O papel das emoções na terapia cognitiva
Professora: Lívia Amorim
Aluno: Sherman Calixto do Prado
O papel das emoções na terapia cognitiva
Goiânia, setembro de 2011
Os seres humanos operariam em um nível puramente "cerebral", destituído das nuances de sentimento que tomam suas vidas vibrantes em lugar de mecânicas.
Em um aspecto a pessoa deprimida é como um ser puramente "cerebral": ela pode entender o sentido de uma piada, mas não se sentir divertida. Ela descreve as características atraentes de seu esposo (a) ou filhos (as) sem um sentimento de satisfação. Ela pode reconhecer o atrativo de um alimento ou peça musical favorita, mas sem experimentar um sentimento de satisfação.
Comentário: O depressivo é seletivo para estímulos tipicamente ruins e que justifiquem ainda mais o seu estado.
Ao lidar com o paciente deprimido, jamais devemos perder de vista a gravidade de sua perda, a limitação de sua capacidade para sentir prazer, afeto, alegria e diversão e a intensidade de sua tristeza. Não raras vezes, os pacientes deprimidos buscam ajuda principalmente por não sentir mais amor pelos membros de sua família ou porque perderam seu entusiasmo pela vida.
Comentário: Não devemos perder de vista a gravidade de sua perda, o que é justo, mas é preciso trabalhar na seletividade diferencial de estímulos para que as emoções sadias voltem a ser vivenciadas pelo paciente.
A meta da terapia cognitiva é aliviar a dor emocional e os outros sintomas da depressão. O meio é focalizar as interpretações errôneas, comportamento auto-derrotista e atitudes disfuncionais do paciente. No entanto, o terapeuta deve ser sensível às emoções desagradáveis intensificadas do paciente. Ele precisa ser capaz de empatizar com as experiências emocionais dolorosas do paciente bem como ser capaz de identificar suas cognições falhas e a ligação entre pensamentos negativos e sentimentos negativos.
O terapeuta deveria continuamente estar alerta a indícios de diversão e