O monge e o executivo
HUNTER, James C. O monge e o executivo: uma história sobre a essência da liderança. Traduzido por Maria da Conceição F. de Magalhães. Rio de Janeiro: Sextante, 2007.
John Daily é um homem de negócios que percebe num dado momento que está fracassando em todas as áreas da sua vida, numa tentativa de mudança, ele busca um retiro liderado por um frade que abandonou seus negócios para buscar um novo sentido para a vida, Daily participa de um seminário no mosteiro com mais cinco alunos.
O autor, através de uma história de ficção ressalta a relevância de um elemento essencial dentro de qualquer organização, a liderança.
O autor deixa nítido que para alcança-la, o indivíduo precisa desenvolver competências que possibilite o exercício da mesma, dessa forma, ter uma visão humanística da empresa é extremamente importante, assim, características como a paciência, bondade, humildade, respeito abnegação perdão honestidade e compromisso compõe um verdadeiro líder.
No decorrer do livro, o autor explica a diferença entre liderança e poder, as duas palavras se confundem para a maioria das pessoas que a almejam. Ser capaz de liderar uma equipe não é deixar claro que existe uma hierarquia que deve ser respeitada na base da coerção, mas sim ter a competência de influenciar o indivíduo a cooperar para o crescimento da empresa, Hunter afirma que poder “é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não o fazer”, e liderança, “é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir objetivos comuns, inspirando confiança por meio da força do caráter”.
Numa discussão no seminário, são analisados os velhos e novos paradigmas que se referem às organizações, o mundo está mudando tão rapidamente que podemos ficar paralisados se não desafiarmos nossas crenças e paradigmas, carregando bagagem velha e paradigmas organizacionais inadequados para um mundo em constante