Uso de tatuagem e piercing à luz da bíblia
Lv 19.28; Dt 14.1, 2; 1Jo 2.15-17
Introdução João na sua primeira carta afirma o seguinte: “Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (1Jo 2.17). Isso nos faz lembrar que o modismo do mundo (algo que hoje é muito valorizado) passa e quem faz uma tatuagem, ou abre um buraco em seu corpo para pôr um piercing vai levar essa marca pelo resto da vida. O que leva uma pessoa a pagar para cortar, furar e esfolar seu corpo até sangrar correndo com isso o risco de contrair hepatite, AIDS e outras infecções? O que está por traz dessa “filosofia de vida” rebelde que chega a atrair os jovens que professam ser crentes em Cristo Jesus?
Proposição: O mundanismo travestido de cultura entra sutilmente no seio da Igreja e termina por corroer e matar a santidade do cristão!
I- Tatuagem e piercing: definição e origem!
- A palavra tatuagem como a conhecemos hoje deriva do inglês “tattoo” e faz referência ao “processo de marcar a pele com pinturas, desenhos, legendas, etc. indeléveis mediante picadas nela e inserindo pigmentos” (Dicionário Sacconi). São desenhos permanentes e na grande maioria das vezes irreversíveis.
- Evidências históricas e arqueológicas revelam que a tatuagem surgiu no antigo Egito (4000 a.C.) e entre os silvícolas da Polinésia e sempre ligadas a rituais religiosos. Na Europa do sexto século a tatuagem foi considerada prática demoníaca e uma maneira de vandalizar o próprio corpo. Até 30 anos atrás somente marinheiros, presidiários, hippies, prostitutas, traficantes e exotéricos usavam tatuagens.
- Já a palavra inglesa piercing significa simplesmente perfuração. Mas também pode ser identificado como um “objeto agudo, perfurante, que rompe ou penetra”. E tem a ver com a prática de fazer aberturas ou furos no corpo para colocar peças de aço cirúrgico para finalidades decorativas. Os lugares preferidos são: língua,