Unificação da Itália
A Itália, além de estar dividida entre várias monarquias autônomas, sofria a dominação da Áustria, que dominava a região da Lombardia e a cidade de Veneza.
O norte da Itália, onde ficava o reino de Piemonte-Sardenha, concentrava a maior parte da burguesia, que desejava a unificação para formar um mercado nacional para os seus produtos Assim, foi no reino de Piemonte-Sardenha que teve início o movimento pela unificação da Itália, em 1848. Os italianos tiveram apoiada França na luta contra a Áustria.
A guerra contra a Áustria começou em 1859, com apoio de Napoleão III, imperador da França. Os Camisas Vermelhas, movimento popular liderado por Giuseppe Garibaldi, também foram decisivos.
A Áustria acabou derrotada, cedendo o território da Lombardia.
A unidade italiana
A vitória sobre a Áustria mobilizou os italianos de várias regiões como Toscana, Parma e Módena. Estes estados, seguidos de outros, se uniram ao Piemonte no projeto de unificação.
Os últimos territórios conquistados pelos piemonteses foram Veneza e Roma. Veneza foi conquistada em 1866. Roma foi conquistada em 1870 e se tornou capital da Itália unificada.
No processo de unificação, a Igreja Católica perdeu vários estados pontifícios, ou seja, territórios sob seu domínio e influência. Assim, acabou sofrendo grandes prejuízos.
Em 1929, através do Tratado de Latrão, Benito Mussolini indenizou a Igreja, cedendo a praça de São Pedro e possibilitando a criação do Estadodo Vaticano, dentro de Roma
Introdução
O Segundo Reinado é a fase da História do Brasil que corresponde ao governo de D. Pedro II. Teve início em 23 de julho de 1840, com a mudança na Constituição que declarou Pedro de Alcântara maior de idade com 14 anos e, portanto, apto para assumir o governo. O 2º Reinado terminou em 15 de novembro de 1889, com a Proclamação da República.
O governo de D. Pedro II, que durou 49 anos, foi marcado por muitas mudanças sociais, política e econômicas no Brasil.