Trade Marketing
No dia – a – dia comercial, expressões referentes às ferramentas de trade são ditas pelos profissionais em negociações de espaço no PDV, definição de estratégias de sell out com clientes ou mesmo na definição do planograma de apresentação dos produtos.
E como nem todos sabem o que é um planograma, sell out, PDV, ROI e outros, formatei um vocabulário de Trade Marketing de fácil entendimento para quem tem curiosidade ou busca uma nova oportunidade na área.
Consumidor: público que consome ou compra determinado produto / serviço para o consumo próprio.
Shooper: público que compra um produto / serviço para consumo próprio ou de terceiro. Ou seja, trata-se de uma categoria de clientes que efetuam a compra mas nem sempre consomem do mesmo. Com foco nesta dinâmica, as empresas estão estudando o comportamento dos shoppers, impactando-os com mídia e ações de ativação de marca, com o intuito de gerar vendas futuras. Criação de demanda: umas das funções essenciais do marketing que objetiva criar situações de compra. Com a entrada do trade marketing, a partir dos anos 90, o marketing, o trade e a área comercial atuam em conjunto para identificar e promover situações de consumo, seja com a entrada de novos
produtos, embalagens diferenciadas, promoções para a equipe comercial e ações de ativação de marca com foco em sell out no ponto de venda.
Canais de vendas: são os locais aonde os produtos / serviços são apresentados ao consumidor / shopper. De modo prático, os produtos saem da indústria e são vendidos de forma direta ou indireta até o shopper. Por canal direto, o processo se dá na produção na indústria e escoamento via varejo, sem intermediário, enquanto no canal indireto, o escoamento dos produtos se dá pela distribuição / atacado até chegar ao shopper.
Uma das atribuições dadas ao canal indireto é a pulverização da marca, ou seja, o distribuidor / atacadista chega a locais aonde a