Sistematização da prática
8º Período do Curso de Serviço Social.
Dia: 26 de Novembro de 2012.
Disciplina: Oficina de Supervisão IV.
Docente: Perla Cristina da Costa Santos.
Discente: Adilson Cordeiro e Maria do Carmo G. de Lima.
Retomando a Temática da “Sistematização da Prática” em Serviço Social.
Partindo do pressuposto do texto escrito por: Ney Luiz Teixeira da Almeida cujo título já foi mencionado acima, faremos uma análise com relação ao campo de estágio dos alunos referendados. O texto diz respeito à importância de sistematizar a prática profissional perante as ações destinada aos usuários, porém, não é o que visualizamos em nosso equipamento, onde os profissionais que lá atuam por motivo: de falta de comprometimento, sobrecarga advinda dos superiores não permitem que os profissionais possam aplicar esse instrumento. Essa prática de não sistematizar, acaba ocasionando um amontoado de papel sem nenhum tipo de informações que leva o profissional a ter mais trabalho e acaba caindo no que diz ALMEIDA (1997, p. 02): (...) vale dizer que muitas vezes os registros acabam se transformando numa peça a mais na burocracia dos estabelecimentos onde atua o assistente social (...) a perder sua objetividade frente à ausência de outros instrumentos necessários aos processos de avaliação e reflexão de seu trabalho.
E é neste sentido, que acontece no equipamento de estágio dos alunos em questão, pois há a preocupação de registrar os usuários que por lá passa, no sentido de gerar um número para apresentar para seus empregadores, neste caso, a prefeitura de Belford Roxo, que pressiona aos profissionais que apresentem um quantitativo e não um qualitativo. Mas, também, ocorre uma falta de comprometimento dos profissionais que fazem um trabalho “medíocre” perante o usuário sem um comprometimento com o projeto ético político da profissão e o que se nota, é um reflexo que o autor supracitado explicitou.