Serial killer brasileiro
Em 1863 província de Porto Alegre. José Ramos era um homem elegante, mestiço-claro, alto e forte, aos 26 anos dono de um açougue na Rua da Ponte e casado com Catarina Palse.
Ele era conhecido por seu excelente gosto para a música e por suas linguiças. O que ninguém da pacata cidade sabia era que ele, sua esposa e outro homem chamado Carlos Claussner fazia sucesso entre a população com a venda de linguiças que ele e a mulher, Catarina Palse, preparavam.
Carlos Claussner, “peça chave na engrenagem criminosa de José Ramos”, pois é do açougueiro alemão que parte a idéia de transformar a carne das vítimas em linguiça a fim de fazer desaparecer “literalmente” o corpo do delito. Em junho de 1863, Claussner conhece José Ramos e ambos imediatamente se tornam amigos. Desde então, com grande frequência Claussner é convidado para jantar na casa de Ramos. Depois que Carlos Claussner ofereceu a José Ramos a garantia da impunidade, sugerindo-lhe fazer linguiça com a carne dos mortos, providência que faria sumir qualquer tipo de prova dos homicídios, “o chacal saiu à caça de vítimas”. O Negocio deles então começaria a funcionar José Ramos movido por ideias de Carlos claussner, o qual lhe havia ensinado a profissão de açougueiro formavam um esquema. O que ninguém sabia é que o ingrediente principal da referida iguaria era a carne das vítimas do casal, seduzidas, distraídas com conversa inebriante e recebiam boa comida e boa bebida, atraiam homens para um matadouro com a promessa de terem uma fantástica noite de amor com Catarina. No local Ramos dava um golpe de machadinha direto na cabeça das vítimas. Após praticar a degola dos homens, eram esquartejados, descarnados, fatiados e guardados em baús, para aos poucos serem transformados nas famosas linguiças, que eram vendidas em seu açougue na Rua da Ponte. Afirma ainda que José Ramos e seus comparsas eram