segurança
VAREJO ALIMENTAR*
Frederico Fonseca Lopes
FEA USP - Ribeirão Preto fflopes@usp.br 16 - 602 3892
Marcos Fava Neves
FEA USP - Ribeirão Preto mfaneves@usp.br 16 - 602 3892
Matheus Alberto Cônsoli
FEA USP - Ribeirão Preto matheus_consoli@ig.com.br 16 - 602 3892
Edgard Monforte Merlo
FEA USP - Ribeirão Preto edgardmm@usp.br RESUMO
O varejo caracteriza-se por atividades de negócios que vendem produtos e serviços aos consumidores finais, e apresenta-se como principal agente de distribuição de alimentos em todo o mundo.
Verifica-se uma tendência de concentração nesse setor, de um lado encontram-se as grandes redes de varejo com estrutura administrativa enxuta, capacidade de investimentos para estruturar lojas modernas com preços diferenciados negociando junto as grandes indústrias. De outro, as indústrias cada vez mais concentradas precisando manter suas margens de lucro corroídas pela concorrência e pelos descontos praticados pelas grandes redes atacadistas e varejistas.
Nesse cenário, as centrais de compras surgem como uma estratégia cujas funções envolvem negociações, elaboração de comunicações e divulgação conjunta para melhorar a competitividade dos pequenos varejistas.
No entanto, outras estratégias destacadas na bibliografia sobre o assunto complementam este trabalho, juntamente com uma análise crítica de uma pesquisa realizada pela Associação Paulista de Supermercados sobre o perfil das centrais de negócios bem como suas principais estratégias de atuação.
Identificaram-se algumas oportunidades de estratégias para melhorar a competitividade do pequeno varejo abrangendo todas as variáveis do composto de marketing.
Dentre essas, destacam-se utilização da vantagem de conveniência, a agregação de serviços como forma de diferenciar sua oferta e agregar valores aos produtos, a definição do mix produtos e investimentos em novas tecnologias de informação e operação como forma de