Rumo à indepêndencia
As elites brasileiras se dividiam:
Partido brasileiro: Comerciantes ricos, fazendeiros e altos funcionários -> Haviam se beneficiado da liberdade econômica
Inicialmente-> defendiam monarquia dual ( D. João VI, em Portugal e Brasil com D. Pedro). Desde que não houvesse pacto colonial. Depois viraram republicanos, mas sem o abolicionismo
Partido português->Comerciantes de Portugal e funcion. da Coroa. Apoiavam a recolonização do Brasil
Liberais radicais: Camadas médias urbanas. Tendências mais radicais e democráticas , defendiam ruptura com Portugal e uma rep. brasileira.
D. Pedro voltar a Portugal afastaria a dinastia do controle do Brasil. Em 9 de janeiro de 1822, o príncipe oficiou sua permanência criando o Dia do Fico. Desde então D. Pedro se esforçou para conseguir apoio elitista
A proclamação da independência
Maio de 1822:
Principe ordena que os decretos das Cortes só seriam executados com sua aprovação.
Convoca Assembleia Constituinte (elaborar constituição).
Setembro de 1822:
Cortes reagem as novas medidas reduzindo autoridade de D. Pedro
D. Pedro sabendo disso faz a independência, recebeu apoio da aristocracia rural e camadas médias urbanas.
As guerras de independência
A independência não foi aceita em todas as regiões : nesses lugares, os partidários das cortes recusaram-se a aceitar a ruptura com Portugal
Na Bahia, escravos se rebelaram contra os opositores pois acreditavam que a independência traria o fim da escravidão, o que não aconteceu.
As tropas brasileiras interviram nessas regiões
Um ano após a independência a unidade territorial foi concluída.
O primeiro país a reconhecer o Brasil foi a Inglaterra
Brasil: o Primeiro Reinado e as regências Capítulo 13
A construção do Brasil e dos brasileiros
Descendentes de indígenas, africanos, europeus e asiáticos, espalhados por um vasto território, os habitantes do Brasil têm costumes que se relacionam com suas origens, com o estado onde vivem e com as tradições