Resumo do Livro eficiência energética
O aquecimento de água significa uma grande parte do consumo de eletricidade como, por exemplo, o chuveiro elétrico entre outros. Sendo que isso existe nas maiorias das residências brasileiras. O conforto é muito pouco, mas os preços, mas em geral os preços do produto e instalação estão baixos valendo a pena comprar, porém quanto mais instalações de água quente mais fácil a incorporação de outras trazendo problemas no setor elétrico devido a sobrecarga. O uso indevido e concentrado sem preocupação de quanto tempo o produto fica em funcionamento representa um acréscimo considerável na demanda de energia. O arquiteto deveria prever essas instalações de água quente, permitindo o emprego de sistemas a gás ou solar, o que degradaria muito menos o meio ambiente.
Quanto à iluminação após a descoberta da eletricidade, a artificial tornou-se cada vez mais próxima das edificações, que abandonaram a luz natural mesmo onde era possível ser utilizada. A luz artificial deveria ser utilizada somente à noite, quando a natural está em falta, mas não é o que ocorre. Devido ao aumento do tamanho das edificações, também ficou impossibilitado de utilizar luz natural, precisando se habilitar de técnicas como jardim de inverno entre outras, mas considerando a integração entre natural e artificial já seria um grande ganho para a eficiência energética. Para a iluminação artificial existem diversos tipos de lâmpadas, cada uma com suas características, e são classificadas em duas incandescentes e descarga em gases e vapores, como principal representante as fluorescentes. As incandescentes são mais comuns e mais baratas, mas seu custo de manutenção é alto, fazendo com que as pessoas ao invés de concertar simplesmente comprem outras novas, também existe uma elevada dissipação de calor, que se traduz no desperdício de energia. Em sua estrutura apresentam bulbos claros ou leitosos. Podem ser espelhadas possuindo refletor