Resenha radiacao
O texto relata uma historia trágica que aconteceu na cidade de Goiânia em 1987, com dois amigos que entrou em um prédio abandonado de uma clinica médica e encontraram um equipamento que segundo eles podia dar muito lucro, pois era pesado, e provavelmente feito de chumbo o qual era o césio 137, o mesmo era utilizado para tratamento de radioterapia.
Como todo ser humano é curioso, com muito esforço conseguiram abrir a tal capsula contendo assim um pó branco parecido com o sal de cozinha o qual se chamava cloreto de césio e com o contato causou os seguintes sintomas: enjôo, diarreia, fraqueza. Vendo o que causou resolveram vender para o ferro velho onde desmontaram todo o equipamento e tirando o pó viram que o mesmo reluzia um luz azul, ao qual ninguém sabia que estava de frente com um material radioativo.
Mandaram o pó para um cientista e descobriram que se tratava de uma substância radioativa muito perigosa, tentaram amenizar a situação trazendo um medidor de radioatividade para esta medindo a ja tinha quantidade de radiação que tava nas pessoas, vestindo roupas adequadas ,isolando a área infectada, mas varias pessoas já haviam morrido, a culpa não foi da população e sim do governo que tinha conhecimento do perigo, e mesmo assim não colocou pessoas qualificadas na área.
Com essa irresponsabilidade do governo teve vitimas como: Maria Gabriela que foi um dos pacientes tratados no Hospital Marcílio Dias, no Rio de Janeiro. Foi a primeira vítima da contaminação, falecendo no dia 23 de outubro de 1987 de complicações relativas à contaminação com césio[->0]. Outra vítima, considerada o retrato da tragédia, Leide das Neves Ferreira, ingeriu involuntariamente pequenas quantidades de césio depois de brincar com o pó azul. A menina de seis anos foi a vítima com a maior dose de radiação do acidente. Não conseguiu sobreviver e morreu no dia 23 de outubro de 1987, duas horas depois da tia. Foi enterrada em um caixão blindado,