resenha aristoteles
Resenha: Aristóteles. Etica a Nicômano
Nome: Gabriel Reis Simeone
1- Centro do texto: Definição de justiça e injustiça;
2- Partes do texto:
A (até o paragrafo 2)- Reciprocidade e proporcionalidade na definição de justiça;
B (até o paragrafo 9)- A justiça nas trocas;
C (até o paragrafo 11)- Justiça como mediação entre polos injustos (excesso e falta);
D (até o paragrafo 13)- A (in)justiça e o (in)justo;
E (até o paragrafo 15) - A justiça só pode ser feita entre partes iguais; F (até o paragrafo 17) - Justiça pública e privada.
3- Relação entre as partes: A relação estabelecida na parte A é demonstrada na parte B, formulada como conceito na parte C :“Na ação injusta, ter demasiado pouco é ser vitima de injustiça, ter demais é agir injustamente”. Relativizada na D, onde não necessariamente uma ação define por si só o autor ou a relação como (in)justa: “ um homem pode não ser ladrão apesar de ter roubado” , condicionada na E, onde se estabelece critérios para se estabelecer uma “justiça politica” para na F delimitar o espaço de ação da justiça e da lei na esfera pública.
4- Uma questão: O exemplo de troca justa, se choca com o conceito de justiça elaborado mais a frente, pois uma troca é justa quando satisfaz a quantidade de dinheiro determinada pela procura e uma relação justa é marcada pela mediação entre o muito e pouco, sendo os extremos o lugar da injustiça. Uma necessidade maior que o dinheiro disponível colocaria o necessitado em condição injusta, há um aparente choque entre as duas lógicas.
5- Elementos para uma resposta: Na prática uma lógica deve submeter a outra, com a “economia” sendo mediada pela política, pelo menos entre os cidadãos.