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CAMPOS DE ATUAÇÃO, ASPECTOS ÉTICOS E ASPECTOS LEGAIS
A educação ambiental, em nosso ponto de vista, teria que ser mais aplicada como um campo essencial de estudo entre as matérias escolares, pois assim daria mais ênfase e nos mostraria realmente os problemas que estamos continuamente vivenciando. Assim nossos valores já seriam construídos e aprimorados sobre o assunto, onde contribuiríamos mais para uma civilização mais sustentável.
A natureza é vista, na maioria das vezes, como um objeto a ser dominado, sendo assim degradada, visando os lucros e interesses do homem. O homem então, por ter a capacidade de projetar a natureza, não mede esforços para alcançar seus objetivos, e nem analisar os problemas e consequências decorrentes dos seus atos, onde seria necessário o envolvimento de todas as classes sociais, apesar de muitas dificuldades de algumas camadas da sociedade que ainda não adquiriu uma cultura adequada para se atingir os níveis necessários e consequentemente se obter resultados positivos. (FREIRE e VIEIRA, 2006).
Nas ultimas décadas houve um grande interesse pelas questões ambientais. Esse interesse se relaciona com a degradação do Meio Ambiente pelo homem. Quando esses problemas foram percebidos, o homem se sentiu ameaçado, dando maior importância a tudo o que poderia afetar o meio ambiente, problemas como o aquecimento global, a destruição da camada de ozônio, a desertificação de algumas áreas e a extinção da biodiversidade, foram os principais fatos que proporcionaram ao homem essa visão.
A Psicologia Ambiental quer mostrar que o ser humano é capaz de gerar mudanças, fazendo assim um mundo socialmente mais justo e ecologicamente mais sustentável (FREIRE e VIEIRA, 2006).
Os seus campos de atuação estão ligados com a sociologia e antropologia urbana, ergonomia, desenho industrial, paisagismo, engenharia florestal, arquitetura, urbanismo e geografia, entre outras. Estas áreas têm em comum com a psicologia ambiental o