PLASTICO NA INDUSTRIA AUTOMOTIVA
NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA
2014
INTRODUÇÃO
Desde a implantação a indústria automotiva no Brasil, nos anos 50, cujo grande incentivador foi o então Presidente da República Juscelino Kubitschek, até os dias de hoje, houve uma grande reviravolta nos conceitos de utilização de materiais para a construção dos veículos. Novas tecnologias permitiram que os veículos fossem aprimorados, melhorando seu desempenho e conforto. Uma vez melhorado o desempenho, também foi necessário o desenvolvimento de tecnologias que tornassem os veículos mais seguros e confiáveis.
O material plástico reforçado proporcionou melhoria em todos os campos citados acima, tanto em desempenho, conforto e segurança dos veículos e este trabalho pretende demonstrar, pelo menos em parte, como ele pôde, e pode ainda, proporcionar tais condições aos fabricantes do ramo da indústria automotiva.
HISTÓRICO
Remonta à década de 70, o uso do plástico nos automóveis. O argumento inicial passava pela idéia de reduzir o consumo de combustível, por conta da crise do petróleo, já que, com o plástico, o veículo tem seu peso total reduzido. Desde então, o uso de peças plásticas em carros, ônibus e caminhões está crescendo no mundo todo.
Na indústria automotiva, a quantidade de plásticos de engenharia, como, por exemplo, a poliamida dobrou na última década, por conta, principalmente, do desenvolvimento de peças e partes do veículo que são mais exigidas quanto à resistência mecânica, térmica e pressão. De fato, os plásticos têm atributos e propriedades que permitem a fácil substituição de outros materiais, ainda com vantagens, tanto na questão técnica e do desempenho, quanto no aspecto visual e na segurança das pessoas.
Há alguns anos, os carros eram planejados para ter a maior resistência possível, com estruturas pesadas, o consumo de combustível crescia e, além disso, o risco de ferimento aos condutores e passageiros em caso de acidente era ameaçador. As montadoras