Pericia
CÂMARA ARBITRARIA
Taguatinga/DF
2013
marquitenia mendes
Paula silva Lima
CÂMARA ARBITRARIA
Trabalho apresentado para obtenção de nota, Curso de Ciências Contábeis disciplina Perícia Contábil.
Prof. Mauricio Costa
Taguatinga/DF
2013
INTRODUÇÃO
Na época das Civilizações Primitivas já se tentavam encontrar uma maneira amistosa e justa, através de Árbitros, para resolver seus conflitos. Pois essa intervenção em geral era feito através dos sacerdotes que garantiam soluções acertadas, conforme a vontade dos deuses ou poderia até mesmo buscar soluções através dos sábios, que tinha conhecimento dos costumes do grupo social da comunidade que pertenciam às partes.
. A Arbitragem permaneceu dormente por décadas no nosso país, mesmo prevista em lei, as dificuldades impostas por um modelo superado, jogaram-na num estado de perda de essência, sem que se tivesse qualquer esperança quanto à sua real utilidade. A partir da regulamentação da lei nº 9.307/96, de 23 de Setembro de 1996, divulgada no DOU de 29 de Setembro de 1996, após exato sessenta dias, esta lei entrou em vigor, fazendo com que a sociedade acordasse para a importância desse mecanismo extrajudicial de solução de controvérsias e nele encontrasse um meio eficiente de busca da estabilidade social. A nova Lei colocou o Brasil na dianteira da modernidade, dotando-o de uma legislação afinada com as conquistas obtidas pela arbitragem ao longo dos anos em que está no Brasil. Embora grande parte da população possa não saber da existência dessa lei, ela está em vigor há 15 anos, uma forma de resolver uma questão sem a interferência do judiciário. A arbitragem é, na verdade, um método extrajudicial para solução de conflitos, cujo árbitro desempenha função semelhante à do juiz estatal. É um instituto pelo qual os sujeitos de uma relação