LIBRAS NO CURRÍCULO DE CURSOS DE LICENCIATURA
Tenho um aluno surdo, e agora?
Introdução à Libras e educação dos surdos
São João del Rei 2014
LIBRAS NO CURRÍCULO DE CURSOS DE LICENCIATURA
Estudando o caso das Ciências Biológicas
Como é de conhecimento de todos, a integração/inclusão do indivíduo surdo em todas as esferas é responsabilidade de toda a sociedade.
Entretanto, no âmbito educacional, o professor ou intérprete é a figura fundamental para garantir o acesso do aluno surdo ao conhecimento dos conceitos científicos.
Por se tratar de um atendimento que considera as diferenças de indivíduos especiais, a capacitação e formação desses profissionais toma como prioridade a necessidade de uma língua comum que possibilite a comunicação entre professor e aluno.
O fato das escolas priorizarem o atendimento aos alunos ouvintes, o aluno surdo torna-se responsável por sua própria aprendizagem optando por atividades extraclasse para recuperação de notas.
Nos níveis de ensino fundamental II e médio, é assegurada a presença de um intérprete em sala de aula, porém deve haver entre esse intérprete e o professor, uma parceria e ao mesmo tempo uma limitação de atuação, pois o intérprete não pode trazer para si a responsabilidade pelo aprendizado do aluno, cabendo-lhe somente a função de reproduzir de modo claro ao aluno surdo, o que o professor está explicando. Por isto, Sander ressalta que para haver intérpretes profissionais, qualificados e certificados, seria necessário que os mesmos possuíssem também além do curso de formação como intérpretes, o curso superior na área em que atuam.
O intérprete educacional é diferenciado do intérprete que atua em outras esferas.
O intérprete educacional se sente comprometido com os processos de aprendizagem, pois, o interpretar e o aprender estão indissoluvelmente unidos na realidade do espaço escolar.
Mesmo diante da necessidade de intérprete, são poucas as pessoas com formação