Instituições educativas e cultura do material escolar
As instituições educacionais destinadas às crianças surgiram na primeira metade do séc. XIX, em vários países, mas apenas no ano de 1870 elas se difundiram no Brasil. Seu aparecimento se deve à grande industrialização que ocorria na época e consequentemente a urbanização.
Registra-se que no período colonial haviam-se poucas escolas de cadeiras publicas de primeiras letras ou régias, constituídas a partir da segunda metade do século XVIII. Tais instituições funcionavam muitas vezes nas casas dos mestres (educadores) ou em outros lugares improvisados e eram conhecidas como escolas de improviso.
A preocupação em destinar um espaço para abrigar as primeiras instituições educativas apareceu na segunda década do século XIX, quando intelectuais e políticos debatiam a respeito da adoção de um novo método de ensino nas escolas brasileira, sendo ele o mútuo, afirmando que o método individual impedia que a instrução se generalizasse para muitos, tornando a escola impetuosa insuficiente.
Mesmo posto a importância da construção de espaços destinados a escolas e da fixação de tempos de permanência nelas, tal requisito só foi considerado em meados da ultima década do século XIX, quando originaram as escolas-monumentos, cuja arquitetura divulgava a estabilidade da administração governamental.
Nos anos 40, a escola passou a ser muito valorizada, todavia, dessemelhante ao começo do período republicano, observa-se um crescimento de escolas funcionais em oposição as escolas monumentais, por serem consideradas modelos institucionais mais baratas e que tinha como objetivo buscar tornar o acesso a escolarização mais democrático.
As instituições educativas são necessárias à medida que se responsabilizam pela promoção da educação e formação do ser humano enquanto cidadão participante da sociedade. Tal importância ganha maior destaque quando subsidiada por bons materiais escolares, que ao longo do tempo foram evoluindo-se a