Higiene Ocupacional
OCUPACIONAL
Princípios
História Internacional
• Século IV a.c – Foi reconhecida e registrada a toxidade do chumbo nas mineradoras pelo médico Hipócrates, mas não houveram ações para remoção do risco.
• 500 anos depois – Plínio, um sábio romano reconheceu os riscos no manuseio de zinco e enxofre e ainda referiu-se aos aspectos dos trabalhadores expostos ao mercúrio, chumbo e as poeiras. Ele mencionou a iniciativa dos próprios escravos em se utilizarem de panos ou membranas à frente do rosto para atenuar a inalação.
• 1473 – Foi publicado um panfleto por uma editora alemã alertando sobre doença ocupacional.
• 1556 – O alemão Georgius Agrícola descreve fatores de risco associados à indústria de mineração em seu De Re Metallica, onde este escreveu sobre os acidentes e doenças ocupacionais mais comuns entre os mineiros.
• Século XVI – Estudos na área ficaram estagnados. Durante este século o misticismo era associado as áreas de minas e todos acreditavam que demônios habitavam estes locais. Nesta época Paracelsos, em dez anos de estudos, avançou no conhecimento sobre a toxidade dos metais.
• 1700 - Foi publicado na Itália o livro De Morbis Artificium
Diatriba do médico italiano Bernardino Ramazzini. Hoje este é conhecido como o primeiro tratado sobre doenças ocupacionais. No livro ele apresenta as doenças dos trabalhadores de mais de 50 ocupações diferentes associado a cuidados que estes deveriam ter.
• Século XVIII – George Baker atribuiu a “Cólica de Devonshire” à utilização de chumbo na indústria de vinho de maça e colaborou na remoção de seu uso. Percival Pott reconheceu a fuligem como a causa de câncer escrotal em limpadores de chaminé das indústrias da Inglaterra em 1788.
• Século XVIII – A Revolução Industrial contribuiu fatalmente para um aumento considerável do número de problemas de saúde em geral, mas em especial aqueles relacionados ao trabalho. • Século XIX – O político e médico Charles Thackrah