Aprender a escrever é aprender a pensar Ao longo desses seis meses “pensar” foi, sem sombra de dúvidas, o verbo mais presente em nosso cotidiano. Pois com ele aprendemos a produzir textos melhores e agregamos conhecimentos literário, linguístico, sociológico, profissional. De acordo com Descartes pensar é a prova primária da existência humana, é a marca que agrega aos homens um estágio de evolução que os sobrepõem aos demais seres vivos. Vimos no decorrer desse período que só sabemos escrever aquilo que sabemos pensar, ou seja, só conseguimos estruturar um texto se soubermos pensar sobre ele e tivermos um molde de como fazê-lo. Porém não é tão fácil como parece. Nós alunos temos receio de fazer qualquer redação, as palavras desaparecem e as frases mais ouvidas pelos professores são: não sei escrever, não consigo colocar minhas ideias no papel. Pesquisando sobre o assunto percebemos que para aprender a escrever é necessário que em nossa vida estudantil nos ensinem a pensar. De acordo com Othon M. Gracia em sua obra “Comunicação em prosa moderna” as palavras são o revestimento das idéias e que sem elas é praticamente impossível raciocinar. Entretanto, vimos também que para se escrever não é preciso somente pensar, há, também, outros fatores que influenciam, como o conhecimento de vocabulário e acontecimentos históricos, além de conhecimento a respeito do assunto. Ou seja, escrevemos bem, quando sabemos argumentar, pensar, e falar sobre o assunto. Enfim, aprender a escrever é, realmente, aprender a pensar, se penso, existo, logo escrevo.