Filosofia
KHENYA DAYSE
1. O racionalismo acredita que a fonte do conhecimento verdadeiro é razão. Um grande representante desta idéia é Descartes. Já no empirismo a fonte do conhecimento são as experiências. Locke é adepto desta corrente. Porém, Kant propõe um meio termo entre o racionalismo e o empirismo, onde a razão é inerente ao ser humano, que com o tempo vai adquirindo conhecimento a partir das suas experiências. Podemos exemplificar o pensamento de Kant: o Direito é baseado na razão, por exemplo, nossas leis ordinárias (Código Civil, Código Penal, etc) e as súmulas e jurisprudências são frutos das experiências de magistrados ante aos diversos julgados referente a mesma matéria, e resolvem cristalizar, vincular aquelas decisões.
2. Podemos partir do princípio de que, em todas as espécies de seres vivos existentes no nosso planeta, nossa espécie, ou seja, a espécie humana tem a capacidade de transformar coisas e mudar os pensamentos a cada momento vivido, devendo ser levada em consideração a relevância da diferença biológica que tem os seres humanos. É necessário que haja uma compreensão de que a natureza humana tem muito e ver com a racionalidade, pois somente os humanos sabem coisas científicas, entendem das ciências exatas e isto é decorrente do racionalismo. Entende-se de que todo ser humano é racional. Concordo com a afirmação do enunciado.
3. No contexto que estamos inseridos, notadamente, observa-se que o agir do direito é a expressão da vontade Divina, ou seja, a soberania de Deus, a qual quer e assim o é. Para os radicais extremos, as palavras são convenções lingüísticas, ao passo que o uso faz com que se convencionem como são chamadas, mas porque são, mas porque assim foi convencionado. Para justificar essas ações, temos o voluntarismo que é a vontade de Deus para justificar as ações humanas.
4. O positivismo dos costumes e hábitos de uma sociedade. Esta deve obediência as leis que surgem nesta