farmácia hospitalr
APRESENTAÇÃO A profissão farmacêutica pode ser considerada uma das mais antigas e fascinantes, tendo como princípio fundamental a melhoria da qualidade de vida da população. O farmacêutico deve nortear-se pela ética, apresentando-se como essencial para a sociedade, pois é a garantia do fornecimento de toda a informação voltada ao uso dos medicamentos. No segmento hospitalar, no começo do século XX, a farmácia já se mostrava imprescindível ao funcionamento normal do hospital. A partir de 1930, e de forma mais importante em meados de 1940, de modo crescente, acentuou-se a influência da indústria farmacêutica. A partir de 1950, os serviços de farmácia hospitalar, representados na época pelas Santas Casas de Misericórdia e hospitais-escola, passaram a se desenvolver e a se modernizar. Se até o início da década de 70, na Europa e nos Estados Unidos, os objetivos da farmácia eram restritos, ficando apenas na obrigatoriedade de distribuir produtos industrializados aos pacientes, no Brasil não era diferente, e o farmacêutico hospitalar tinha como função o fornecimento dos medicamentos e o controle dos psicotrópicos e entorpecentes. As funções do farmacêutico hospitalar no Brasil estão definidas pela Resolução do CFF nº 492 de 26 de Novembro de 2008. A Portaria do Ministério da Saúde 3916/98 criou a Política Nacional de Medicamentos, a Política Nacional de Saúde definiu as premissas e diretrizes, e ambas estabeleceram a reorientação da Assistência Farmacêutica voltando-se, fundamentalmente, à promoção do uso racional de medicamentos. A farmácia é um setor do hospital que demanda elevados valores orçamentários, e o farmacêutico hospitalar deve estar habilitado a assumir atividades clínico-assistenciais (participação efetiva na equipe da saúde), contribuindo para a eficiência administrativa com consequente redução dos custos. Tem como principal função garantir a qualidade da assistência prestada ao paciente, por meio do uso racional