Estudo de utilização de medicamentos
Introdução
Com o avanço no tratamento e na prevenção de enfermidade a expectativa de vida que era menor que 40 anos na década de 1940, ultrapassou 65 anos na década de 1990. Isso aumentou os custos com materiais, equipamentos e medicamentos, impossibilitando o acesso universal a aos recursos e tecnologias modernas disponíveis.
Para enfrentar o problema de insuficiência de recursos para saúde, países começaram a desenvolver programas de racionalização e restrição dos recursos como a hierarquização do atendimento à saúde em medicina primaria, secundaria e terciaria. Foram iniciados os programas de medicamentos essenciais para disponibilizar a população pelo menos os medicamentos mais importantes.
Estudos de morbidade revelaram uma incompatibilidade entre as doenças existentes e a disponibilidade de medicamentos apropriados para elas, deficiência no controle, logística, prescrição e uso.
As decisões médicas repercutem no emprego dos limitados recursos disponíveis, com reflexos na equidade da assistência a saúde oferecida. O uso racional de medicamentos exige sempre uma prescrição bem feita.
Estudo de utilização de medicamentos
Padrões, critérios ou recomendações são desenvolvidos com base em revisões sistemáticas, evidencias clinicas ou na sua ausência, em consenso de pratica clinica e têm como objetivo assistir médicos e pacientes em decisões acerca da aplicação apropriada da assistência de saúde em circunstâncias clinicas especificas.
A OMS estabelece que o uso racional de medicamentos “requer que os pacientes recebam a medicação apropriada para sua situação clinica nas doses que satisfaçam as necessidades individuais, por período adequado e ao menor custo possível para ele e sua comunidade..
Estudos se realizam, buscando os mesmos objetivos: obter informações com a finalidade de selecionar adequadamente os medicamentos para o tratamento das doenças prevalentes e gastar o estritamente necessário dos recursos