Estudante
CURSO DE FISIOTERAPIA
CAMPUS SÃO PAULO
RELATÓRIO PRÁTICO DE CITOESQUELETO
SÃO PAULO
2014
INTRODUÇÃO
A camuflagem é uma estratégia utilizada por muitos animais na natureza para escaparem de seus predadores. Os cromatóforos são células especializadas, com muitas projeções citoplasmáticas, que lhe conferem aspecto estrelado. Nos vertebrados originam-se do tubo neural durante o desenvolvimento do embrião e migram para a pele, distribuindo-se pela epiderme e/ou derme. Nos invertebrados (crustáceos e cefalópodes) e nos vertebrados pecilotérmicos (peixes, anfíbios e répteis), animais que podem mudar de cor rapidamente, há vários tipos de cromatóforos, classificados conforme a cor conferida pelo pigmento que armazenam. Os melanóforos, de cor preta ou marrom, possuem homocromos ou melanina em grânulos; os eritróforos, vermelhos e xantóforos, amarelos, possuem grânulos de pteridina e vesículas de carotenoides em proporções variáveis; os leucóforos, brancos, portam grânulos de purinas os iridóforos, de cores metálicas, não possuem purinas depositadas em cristais refletores. Já em aves e mamíferos, essa diversidade de cromatóforos foi perdida, e o único tipo de célula pigmentar presente é o melancólico, célula que sintetiza e armazena melanina em grânulos (CASTRUCCI, VISCONTI, 2005).
A maioria dos animais apresenta cores variadas com as mais incríveis combinações e nuances. Cor é uma propriedade física de certas substâncias cujas moléculas absorvem luz em certos comprimentos de onda, e portanto transmitem o comprimento de onda complementar ao absorvido. Essas substâncias são denominadas pigmentos. Cor é um fenômeno subjetivo, já que compreende os comprimentos de onda visíveis pelo olho humano. Existem animais que são capazes de perceber comprimentos de onda não visíveis ao homem, como o ultra-violeta. Para esses animais, como abelhas e beija-flores, flores que para nós são brancas,