Emenda
O capitulo I retrata a origem da escola austríaca, e debate as contribuições de vários nomes sobre esse importante fato, o professor Murray N. Roth Bart, ressalta que a Escola austríaca de Economia surge a partir dos escritos das escolas espanhóis do século de ouro, outros economistas austríacos defendeu esse mesmo ponto de vista, como Hayek e Leoni. Esses intelectuais espanhóis defensores das teorias da escola austríaca eram grande parte dominicana ou jesuítas, que ensinavam moral e teologia na Universidade de Salamanca e na universidade portuguesa de Coimbra, mas o mais liberal foi o padre jesuíta Juan de Mariana, escreveu um livro com conteúdo mais liberal em 1598, e que nele está sua defesa da doutrina do teranicidio, essa doutrina causou o assassinato dos tiranos franceses Henrique II e Henrique IV, o livro foi queimado em paris por um decreto emitido pelo parlamento em 4 de julho de 1610, já a Espanha não se preocupou com o conteúdo devido estar escrito em latim. Para Mariana o direito natural é sempre moralmente superior ao poder de cada estado, idéia do dominicano Francisco de Vitória (1485-1546,) que foi quem primeiro denunciou a escravização dos índios na America recém descoberta. O livro de Mariana maios importante sobre a alteração do dinheiro foi escrito em 1605 e publicado em espanhol, no livro, ela coloca que o rei não deve ser o dono dos bens de seus vassalos, o rei também não pode impor impostos aos cidadãos sem sua concordância, nem obter ganhos sobre a produção de metal nobre nas moedas, ele escreve sobre as conseqüências econômicas, na desvalorização da moeda, mesmo sem usar o termo inflação. Mariana conclui que a origem do valor das coisas encontra-se na estimação subjetiva dos homens essa é a doutrina dos escolásticos, que foi iniciada por Diego de Covarrubras e Levya, Covarrubra afirmou sobre a Teoria subjetiva, que “o valor de uma coisa não depende de sua natureza objetiva,