Educação e preservação ambiental
As pessoas só se preocupam com seus dejetos quando seu próprio lixo fica apodrecendo na frente de casa, causando mau cheiro e atraindo insetos. Porém, é importante ressaltar que o problema do lixo é muito maior. Mesmo quando a coleta funciona, ele não desaparece. É apenas levado para outro local, onde precisa receber tratamento adequado para evitar danos maiores à nossa saúde e ao meio-ambiente.
O problema do lixo é um problema sério que, por enquanto, não tem solução. Cada paulistano produz por dia uma média de 1,05kg de lixo, um pouco acima da média nacional, que é de cerca de 800 gramas por dia. Pode-se calcular então que um paulistano irá produzir até o fim de sua vida cerca de 25,68 toneladas por dia. Os números do lixo são ainda maiores em países desenvoilvidos, onde o consumo é maior, um nova-iorquino produz em média 1,77 kg por dia (40 toneladas até o fim da sua vida).
Onde colocar todo esse lixo? A resposta é: Não existe onde. Dentro de poucos anos, se for mantida a produção atual de lixo, não haverá mais local onde colocar tanto lixo!
O que fazer com o lixo que produzimos?
O lixo que geramos hoje é composto por muitas embalagens de plástico, caixas de papel, isopor e latas - materiais que a natureza não consegue decompor, mas que podem ser reciclados e reutilizados, diminuindo assim o impacto ambiental. Mas a realidade, infelizmente, é bem diferente do ideal.
Essa situação não pode continuar e muito menos se agravar. É preciso que façamos a nossa parte, que modifiquemos alguns de nossos hábitos. E essa mudança tem que partir de todas as esferas sociais, através de uma educação ambiental ensinada dentro de casa.
Como reduzir o lixo
O primeiro passo para diminuir a quantidade de lixo é sem dúvida reduzir o que consumimos. Consumir não é necessariamente adquirir alimentos, e sim produtos para qualquer finalidade. Muitas vezes compramos coisas das quais não precisamos, e ficamos dias, meses e anos acumulando