Economia E Direito Ambiental
INTRODUÇÃO
Na busca de seu bem estar social e econômico, o homem interage com a natureza, dela extraindo o que interessa e nela dispondo as suas sobras.
Uma rápida análise comparativa da qualidade de vida das pessoas há um século atrás e hoje em dia, revela que houve significativas melhoras em alguns aspectos e pioras em outros, à custa do crescente consumo do que se convencionou denominar recursos naturais. Face ao crescimento populacional, as atividades humanas passaram a ser realizadas em grande escala, desde o consumo de água potável, exploração de minérios, petróleo, madeiras nativas, e outros, até as necessidades de espaço para construir e ampliar cidades, estradas, hidrelétricas, dispor lixo, esgotos e muito mais.
O processo de explorar e reordenar parcelas da natureza para obter benefícios, obrigatoriamente causa alterações nos ecossistemas, em vários graus de intensidade, criando desequilíbrios ambientais indesejáveis e prejudiciais ao próprio ser humano. As alterações ambientais acompanhadas pela perda ou redução das qualidades, ou da capacidade produtiva de um ecossistema, constituem-se em casos de degradação ambiental, que devem ser evitados na medida do possível. DESENVOLVIMENTO
As empresas hoje estão sendo colocadas em xeque. Uma série de restrições legais e a própria pressão dos mercados mostram que mesmo as empresas de ponta sofrem com o seu crescimento. Economia e tecnologia são dois sistemas humanos que podem e devem, paralelamente, coexistir sustentavelmente com a natureza e seus ciclos biogeoquímicos. Mas para isso, é preciso quebrar paradigmas. O crescimento econômico não planejado aumenta demasiadamente o custo marginal de sua operação, devido à poluição, restrições legais ambientais, gastos administrativos, corrupção, impostos e custos sociais. É preciso se pensar em alinhar os valores humanos, sejam eles econômicos, ambientais, sociais, políticos, éticos ou culturais, em favor do coletivo. Este conceito cria