Cromatografia de papel
CENTRO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS EXATAS
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA
Cromatografia em papel e em camada delgada
TOLEDO - PR
2014
Flavia Taguti Silveira
Kamila Cavalcante de Oliveira
Tamara Larissa Wilhelm
Cromatografia em papel e em camada delgada
Relatório apresentado à disciplina de Análise Instrumental, Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Campus de Toledo.
Professor: Giancarlo Di Vaccari BotteselleTOLEDO – PR
2014
INTRODUÇÃO
CROMATOGRAFIA
Uma grande variedade de técnicas modernas, tanto analíticas quanto preparativas, são denominadas de cromatografia. O que elas possuem em comum é a propriedade de fracionar uma mistura complexa de substâncias usando a diferença de características química entre os componentes da misturas, o que faz com que eles interajam diferencialmente com uma fase estacionária e com uma fase móvel.
Existem quatro tipos principais de cromatografia: cromatografia líquida, cromatografia gasosa, cromatografia de camada fina e cromatografia em papel.
A seleção de uma forma particular de cromatografia para produzir uma determinada etapa de separação é dependente do material a ser isolado e, frequentemente, diversos métodos cromatográficos podem ser usados sequencialmente para que seja obtido um composto na forma pura.
CROMATOGRAFIA EM PAPEL
A cromatografia em papel é uma das técnicas mais simples e que requer menos instrumentos para sua realização, porém é a que apresenta as maiores restrições para a sua utilização em termos analíticos.
O movimento de uma zona de soluto pode ser explicada da seguinte forma: As fibras de celulose do papel possui uma forte afinidade pela água presente na água presente na mistura de solvente, mas muito pouca afinidade pela fase orgânica. O papel, assim, pode ser visto como um suporte inerte contendo uma fase estacionária aquosa (polar). A medida que o solvente flui através de uma seção do papel contendo o soluto,