contrato social
O autor é filósofo e músico de origem suíça natural da cidade de Genebra, considerado como um dos principais pensadores do século XVIII, e um dos principais críticos do movimento iluminista, no entanto sua forma de pensar influenciou fortemente a estética da escola romântica. Como escritor publicou várias obras entre eles: O Discurso Sobre a Origem e Fundamento da Desigualdade entre os homens, A Nova Heloísa, Emílio entre outros.
Adriana e Priscila são estudantes da graduação do 1º Período do curso de Ciências Contábeis da FACAPE.
No Primeiro livro
I – Assunto deste primeiro livro: Quando o homem nasceu, nasceu livre para se impor de toda e qualquer coisa, mais encontra barreiras e limites ditados pela ordem social. Rousseau questiona como pode ser mudado esse fato? E o mesmo ignora.
II – Das primeiras sociedades: O dito autor neste capítulo ressalta que a mais antiga das sociedades é a família, única e natural; filhos ligados aos pais somente há um tempo necessários, assim que esse tal necessidade, que se cria uma independência nos filhos. Ao longo desse tempo de independência a uma obediência de filho para pai, um cuidado afetivo de pai para filho, como uma união; mas naturalmente a própria família se mantém apenas pela convenção.
III – Do direito do Mais Forte: Neste capítulo destacam-se a palavra “forte e direito”. Quando falamos “o mais forte” não quer dizer somente em força física, mas em força de lutar a favor dos nossos direitos, mais principalmente com obediência. Se quando a força se converte em direito, o mais forte não será aquele que se diz o Senhor, pois ceder à força é um ato de necessidade ou prudência e não de vontade.
IV – Da Escravidão: Dizer que um home se dá gratuitamente é absurdo; mas dizer o mesmo de um povo é total loucura, e loucura não faz