ciencia dos computadores
A primeira geração, por exemplo, é marcada pelo uso das válvulas. Um dos representantes dessa geração foi o ENIAC, ele possuía 17.468 válvulas e pesava mais de 30 toneladas. Além disso, a programação era feito diretamente na linguagem da máquina, fazendo com que desperdiçassem muito tempo.
A segunda geração é marcada pela substituição das válvulas por transistores. Ele revolucionou a eletrônica e os computadores em especial, por serem muito menores do que as válvulas, não exigirem tempo de preaquecimento, consumir menos energia, gerar menos calor, além de serem mais rápidos e confiáveis.
A substituição dos transistores por circuitos integrados marca a terceira geração. Os circuitos integrados, também conhecidos como microchips, eram construídos integrando um grande número de transistores, possibilitando a construção de equipamentos menores e mais baratos. Porém, isso não foi o diferencial dos circuitos integrados, mas sim o processo de fabricação que possibilitava a construção de vários circuitos simultaneamente, facilitando a produção em massa.
Já quarta e ultima geração teve como principal marca a criação dos microprocessadores em 1971 pela Intel, sendo muito mais potentes do que os circuitos criados até então. Foi nesta geração também, que surgiu os softwares integrados, processadores de texto, as planilhas eletrônicas, gerenciadores de bancos de dados, gráficos, gerenciadores de comunicação.
Foi através do prosseguimento de miniaturização que surgiram os Circuitos Integrados de Larga Escala (LSI) com mil transistores em um chip e os Circuitos de Larguíssima Escala (VLSI Technology) com mais de cem mil transistores, passando a serem chamados de microprocessadores.
Com o avanço da tecnologia surgiram os microcomputadores. O primeiro a ser lançado foi o