As inspe es de produtos
Os controles e as inspeções a que nos referimos guardam muitas semelhanças com a inspeção feita nos grãos, pelos lavradores, ou nos alimentos, pelas nossas mães.
Da mesma forma, em uma industria. Se a inspeção e realizada num produto acabado nada pode fazer pela qualidade desse produto apenas descarta-los, ou corrigir ate que fique bom.
Isso evita que o produto defeituoso chegue as mãos dos clientes, mas não contribui para a produtividade da industria. Assim gera desperdicios.
As maquinas a vapor trazidas pela revolução industrial no seculo XVIII, suplantaram facilmente a produção.
Pouco a pouco, instalou se na industria a divisão do trabalho preconizado por Taylor.
Esse periodo ficou conhecido, como era das inspeções.
Os inspetores usavam modelos padrões para observar se o produto estava em conformidade, caso encontrasse defeitos examinava todas as peças fabricadas.
Com o aumento da produtividade ficou dificil indentificar os produtos defeituosos. As primeiras ferramentas estatisticas começaram a ser introduzida. Estava preparado o terreno para o controle estatistico de qualidade.
O controle estatistico da qualidade
Quanto mais os sistemas se mostravam eficazes do ponto de vista quantitativo, mais dificil se tornava a inspecionar todos os produtos.
Fez se necessário, criar mecanismos que a viabilizassem, e a inspeção dos produtos foi socorrida por procedimentos embasados nas estatisticas.
O responsável pela introdução dos métodos estatisticos foi Walter A. Shewart, fisico norte-americano.
No final de 1930 nascia o controle estatistico de qualidade (CEQ).
Já na década de 40, Shewart foi responsável pela criação de gráfico de controle de processo, até hoje muito difundida de uso relativamente simples e que permitia detectar variações nos processo produtivos.
Surgiram, Deming e Joseph M. Juran, outros importantes estudiosos de qualidade ambos influenciados por Shewart.
A garantia de qualidade
Do controle estatistico de qualidade,