O EMPIRISMO PRINCIPAIS IDÉIAS
O empirismo pretenderam dar uma explicação para o conhecimento a partir da experiência, eliminando assim a noção de idéia inata (não pode vir de nossas experiências sensoriais diz os defensores do inatismo), considerada confusa e problemática. Nossa mente seria um "quadro em branco", onde é gravado o conhecimento, tendo a sensação como base.
É fundamental para os empiristas o problema da identidade particular do homem, associada às suas experiências no mundo físico, onde Através da experiência adquirimos sabedoria, com a percepção do mundo externo ou uma avaliação da nossa mente, que separa a realidade exterior e as modifica internamente, tendo caráter individual, que pode alterar de pessoa para pessoa, pois cada ser percebe o mundo de uma forma diferente do outro.
O Empirismo apresentou duas categorias de conhecimento sendo o divino e o humano, o divino seria a natureza a qual é a obra de Deus, o humano é tudo o que o ser humano passa a entender a partir de suas próprias ações, sendo que todo nosso conhecimento nasce de nossa percepção do mundo externo.
Em outras palavras
O nosso conhecimento começa com as experiências de nosso sentido. Os objetos exteriores excitam nossos órgãos e nos faz ver, sentir e ouvir.
Reunimos varias sensações e formamos a percepção do que é realmente a coisa o objeto.
A causa das associações é repetição, ou seja, de tanto repetimos as coisas criamos o habito de associá-las e chegamos às idéias.
Todas as idéias trazidas por associações, pela repetição, pela habito são levados a memória assim formamos a razão e nossos pensamento.
PRINCIPAIS FILÓSOFOS EMPIRISTAS
JOHN LOCKE (1632-1704)
Locke tinha necessidade de esclarecer o problema do conhecimento, iniciando seu trabalho de filósofo perguntando-se: qual é a essência, origem e alcance de conhecimento humano, obtendo situações aonde chega a certa conclusão que as idéias complexas se constituem por elementos compostos de generalização,