A força feminina nos Portos
As mulheres vêm marcando presença em funções portuárias antes, quase exclusivamente, ocupadas por homens. Isso se deve ao poder feminino, fazendo com que os cargos de chefia sejam ocupados por elas. Mesmo assim, a dificuldade ainda é grande. Muitas barreiras durante as seleções de vagas e salário inferior aos homens são algumas delas. Em todos os ramos (Político, Poderes Judiciários e Executivos, etc.) os números da presença feminina vêm aumentando significativamente; Assim como o aumento o número de mulheres á frente de domicílios. Um projeto no porto de ITAPOÁ estimula a inclusão de mulheres na área portuária, as seleções ainda estão sendo feitas, mas é garantido que o rigoroso treinamento seja igual para homens e mulheres. Como o programa é inédito no Brasil, ele tem a finalidade de diminuir a falta de oportunidade feminina, já que em todos os portos brasileiros a predominância é de mão de obra masculina. O avanço é visível, tanto que se tem hoje 4 práticas que já possuem seus certificados da Marinha e do CONAPRA, sendo que, uma delas trabalha aqui em nosso Porto, aos 77 anos, a conferente de carga Eny Perez, ainda é escalada para o trabalho a bordo de navios. Assim como nos portos, nas ferrovias a presença feminina vem se firmando e já há técnicas de manutenção de locomotiva; bem como agente de estação. Conclui-se que a mão de obra e a presença feminina está cada vez mais presente em todos os setores, em especial no Pólo Naval, mesmo que em pouca quantidade, o que tem relevância é a sua importância no local.