utilitarismo
Na Inglaterra no século XVIII, surgiu uma corrente filosófica, que tinha como a utilidade grande importância na elaboração de uma ética deve fundamentar- se. Durante a primeira metade do século XIX Jeremy Bentham, usou o termo Utilitarian, para denominar o termo central de sua teoria.
É do caráter humano a competividade e o egoísmo. Os pensadores que seguiam a tradição da utilidade tinham coo base que as motivações humanas vinham da vontade de ter prazer e de evitar a dor. A motivação humana independente de época e local pode ser sintetizada em apenas uma vontade, que é o desejo de maximizar a utilidade. Assim, portanto como diz Bentham “toda atividade humana é derivada do desejo de maximizar o prazer”.
Jeremy Bentham acreditava que havia encontrado a chave de uma ciência que visava explicar o bem-estar e a felicidade humana e que ela pudesse ser expressa matematicamente. Ele propôs um método de quantificação dos prazeres: primeiro vinha à intensidade, após vinham a sua duração, certeza ou incerteza, proximidade ou afastamento, fecundidade, pureza e extensão.
No assunto a reforma social Bentham concordou com o mestre economista Adam Smith, dizendo que em um mercado livre de concorrência alocativa os recursos produtivos para as indústrias em que elas poderiam se tornar mais produtivas, eles acreditavam que sem a interferência do governo no livre-mercado a produção poderia ser maior.
Bentham não era um defensor da completa igualdade, ele defendia que se houvesse uma redistribuição de renda e riqueza se chegaria a um ponto em que os pontos benéficos seriam superados pelos pontos negativos, um exemplo seria a falta de disposição dos trabalhadores. Ele em toda a sua vida houve um antagonismo entre sua posição inicial laissez-faire e sua posterior atitude reformista.
Jean-Baptista Say se considerava um discípulo de Adam Smith. Say afirmava que o preço ou o valor de troca de qualquer mercadoria dependia inteiramente do