utilitarismo
Ciências Sociais e Humanas
“Agir sempre de forma a produzir a maior quantidade de bem-estar.”
Uma análise da moral utilitarista
Susana Rogeiro Nina nº28744
Trabalho para a disciplina académica de Pensamento Político II
Ciência Política e Relações Internacionais
3ºano do 1º ciclo de estudos
Docente: Professor David G. Santos
Covilhã, Janeiro de 2014
Índice
1. Introdução
O presente trabalho parte da análise da obra de John Suart Mill, O Utilitarismo, com o objectivo de abordar os pressupostos da moral utilitarista, tanto ao nível da concepção do princípio da maior felicidade como ao nível do contraste com a moral kantiana.
Assim, no primeiro capítulo do trabalho serão abordadas as questões teóricas da problemática da moralidade, isto é, da necessidade de se estabelecer uma concepção mínima de moralidade que defina os pressupostos mínimos da ética, assim como se introduz os traços gerais da moral utilitarista, os seus percursores e as transformações morais, sociais e políticas que originou. No segundo capítulo, procede-se à análise mais concreta da moral utilitarista, abordando-se as críticas a que o princípio da maior felicidade esteve sujeito e de que forma formaram superadas, referindo-se, como tal, as inovações que o utilitarismo introduziu a fim de se tornar uma moral exequível e adaptada às mudanças da sociedade. No capítulo seguinte, o terceiro capítulo estabelece-se a comparação entre a moral utilitarista e a moral kantiana, com a apresentação das linhas mestres da moral de Kant, para posteriormente ser possível estabelecer a dicotomia entre a teoria retributiva de Kant e o princípio da maior felicidade de Mill, assim como analisar a questão da justiça, colocando em oposição os elementos kantianos e os elementos utilitaristas. Por fim, no quarto e último capítulo, é abordado todo o trabalho, numa