Treino de corrida não interfere no desempenho de força
UNIVERSIDADE PAULISTA
Educação Física 2014
Relatório de Bioestatística
Treino de corrida não interfere no desempenho de força de membros superiores
O estudo que foi feito para testar se o treino de corrida interfere ou não no desempenho de força de membros superiores.
O teste foi realizado com uma amostra de 13 universitárias, saudáveis e fisicamente ativas do curso de Educação Física do Centro Universitário UniFMU, em um treino de corrida por 45 minutos a 70% da Fcmáx em uma esteira, e logo em seguida foi feito um treinamento de força dos membros superiores (Supino) para atestar se há interferência. No início do teste foi medida a glicemia e logo após também aos testes de força.
De uma forma geral, foi mostrado que não houve uma diferença significativa, com isso foi proposta duas hipóteses. Na fase crônica, poderíamos adaptar de forma estratégica um treinamento físico se não fossem distintas tanto no nível funcional como no morfológico.
Na hipótese aguda pode ter uma fadiga de treinamento de endurance, que certamente atrapalharia na qualidade de execução do exercício.
Esse teste foi usado uma análise do teste T pareado, aonde o grupo das 13 universitárias foram submetidas aos testes e foi comparada também a glicemia antes da corrida e imediatamente antes do treino de força, que também não promoveu uma grande alteração.
Diante dessa avaliação, foi provado que o treino de corrida não interferiu o desempenho de força máxima dos músculos superiores e o tronco, e também não houve diferença nos desempenhos das repetições máximas.
A interferência observada foi em uma sessão de treino concorrente na hipótese aguda. Essas experiências realizadas levaram em conta também a intensidade e a duração dos próprios exercícios de uma academia normal, e não um treinamento de nível profissional.