A Comunidade dos Estados Independentes (CEI) foi criada em dezembro de 1991, após a desagregação da URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Atualmente os países integrantes são: Armênia, Belarus, Cazaquistão, Federação Russa, Moldávia, Quirquistão, Tadjiquistão, Ucrânia, Uzbequistão, Azerbaidjão e Turcomenistão (membro associado). A Geórgia se desligou do grupo em 2009. Ao se retirar do grupo, deve-se informar com um ano de antecedência para que o desligamento ocorra oficialmente. Quando do final da URSS, em 1991, os presidentes da Rússia, Ucrânia e Bielorrússia tentaram criar uma nova organização que, respeitando a independência política de cada uma, mantivesse o funcionamento da economia dos países. Assim surgiu a CEI, Comunidade dos Estados Independentes, que encaminhava os paises ao sistema econômico capitalista. É claro que o sucesso da CEI dependia muito do crescimento econômico da Rússia, entretanto não foi isso que se observou. A CEI tende com o tempo excluir a Rússia, pois com os atuais conflitos étnicos enfrentados pelas antigas repúblicas se torna mais difícil qualquer associação com aquele país. A CEI tinha o propósito de ocupar o espaço deixado pela extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, pois os países apresentavam uma grande dependência dos laços gerados durante a URSS. No entanto, a tendência é que as nações que atualmente integram a CEI busquem a autonomia econômica, política e militar, diminuindo os laços com os outros países integrantes da Comunidade. As diferenças econômicas é o principal entrave para uma integração efetiva entre os países membros. A Federação Russa detém a hegemonia no grupo, isso ocorre em virtude de fatores como situação econômica, poderio militar, condição geopolítica mundial, etc.
O processo de transição dessas republicas de sistema socialista pra o sistema capitalista acareeta inúmeros conflitos politicos economicos e sociais.
Problemas enfrentados pela CEI agravamento da crise