Tec segurança do trabalho
Módulo I
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INTRODUÇÃO
Um rapaz com aparência inocente diverte-se com seu micro. Clica no botão com a frase "Iniciar varredura". O programa começa a vasculhar computadores na Internet. De repente, aparece um endereço na tela um micro com portas TCP abertas para acesso externo. Conectado nele, o invasor instala um registrador de digitação. Na próxima vez que o usuário digitar sua senha e seu número de cartão de crédito, esses dados vão ser gravados num arquivo secreto. Mais tarde, poderão ser lidos pelo hacker. E a vítima nem desconfia que seu micro foi invadido. Essa cena assustadora acontece com mais freqüência do que a maioria das pessoas imaginam, e em qualquer país onde haja computadores ligados à Internet. Além de bugs, vírus e spams, uma das palavras mais ditas ultimamente no cenário de tecnologia é hacker. Apenas o termo em si já é capaz de gerar muita controvérsia, por ser aplicada nas mais diversas situações, muitas vezes até antagônicas. As dúvidas e confusões existem, sobretudo, entre hacker e cracker. Entretanto, dos dois, hacker é o termo mais usual e genericamente empregado quando se fala de invasores de sistemas. Porém, uma pesquisa mais detalhada sobre o jargão técnico revela que os termos mantêm diferenças básicas. As explicações usadas com mais freqüência definem o hacker como aquele especialista em programação que tenta descobrir falhas em sistemas e programas, sem intenção de gerar danos para as empresas ou sites invadidos. Já o cracker faz uso do seu conhecimento para atacar, destruir ou mesmo roubar informações, sendo considerado um criminoso. Se considerarmos, porém, que uma notícia de invasão de um sistema de segurança de uma empresa, mesmo que a ação em si não traga prejuízos financeiros diretos, ou que uma simples pichação