Sociologia
Durante o período colonial (1500-1822), os movimentos sociais mais significativos foram os dos indígenas e os dos africanos escravizados. Além disso, ocorreram vários movimentos políticos, dois deles pela independência no Brasil. Os povos indígenas lutaram do século XVI ao século XVIII para não ser escravizados e para manter suas terras e seu modo de vida. Os escravos africanos também não ficaram passivos diante das condições que viviam. A principal forma de resistência eram as revoltas localizadas e a formação de quilombos, que existiram do século XVII até o fim da escravidão.
Os quilombos se estruturaram em várias partes do Brasil. O maior e mais significativo foi o dos palmares, que se localizava no atual estado de Alagoas.
Além dos movimentos indígenas e dos escravos, ocorreram no Brasil colonial dois movimentos pela independência em relação a Portugal: a Inconfidência Mineira (1789-1792) e a Conjuração Baiana (1796-1799) ambos tinham por base as idéias disseminadas pela Revolução Francesa, mais havia diferença em seus objetivos. Os Inconfidentes Mineiros propunham a Independência e um governo mais não o fim da escravidão.
REVOLTAS REGIONAIS, ABOLICIONISMO E REPUBLICANISMO
No período Imperial, entre (1822-1889), ocorreram movimentos pelo fim da escravidão e contra a monarquia pelo fim da escravidão e contra monarquia, tendo como objetivo a instauração de uma republicas no Brasil ou proclamação de republicas isolada. Todos esses movimentos foram reprimidos violentamente, com muitas mortes e prisões. A idéia do governo em vigor era torná-los exemplos há não seguir. Durante o Império ocorreram ainda movimentos em que se lutou por questões especificas, contra as decisões vindas dos governantes, percebidas como autoritárias. Outro exemplo e a revoltas dos quebra-quilos, que começou na Paraíba em 1874 e se espalharam por todo nordeste, contra as arbitrariedades dos cobradores de impostos e contra os novos padrões de