setorização das classes sociais
Nos dias de hoje a cidade se auto setoriza principalmente em função das classes sociais e dos tipos de cidadãos que vivem em cada uma delas, alguns espaços urbanos que são denominados “públicos”, obviamente destinado para todos aqueles que habitam na cidade, são utilizados por apenas uma parcela de habitantes que se encaixam melhor no perfil de tal lugar, como um espaço comercial com lojas caras, onde o pobre não frequenta, ou então um espaço de recreação infantil, mais afastado do centro da cidade, onde o rico não leva seu filho. São apenas alguns exemplos de separação dos espaços públicos na rede urbana por classe social, que geralmente não notamos no nosso dia a dia. Esta “segregação” vai além dos espaços públicos e se torna ainda mais marcante quando olhamos para a divisão geográfica das cidades e notamos uma separação literalmente territorial de pessoas conforme suas classes sócias e seus poderes aquisitivos, muito notória ao comparar os bairros por exemplo de Balneário Camboriú, onde basicamente quanto mais perto da orla o indivíduo mora, mais poder aquisitivo ele tem, e quanto mais afastado, mais carente ele é. Uma divisão dada até mesmo por ruas, como av. Atlântica e av. Brasil, ocasionada pela supervalorização dos imóveis em alguns lugares da cidade, gerando o afastamento dos menos ricos para bairros mais afastados.
Em meio a essa separação que havíamos falado anteriormente, dentro do meio urbano existem os chamados pontos fixos, que são lugares ligados a cultura a religião a saúde e ao meio social que abrange todos, primordial para todos, sejam de classe alta ou classe baixa, estes pontos se localizam em meio a urbe e para que todos tenham acesso aos mais variados pontos fixos existem os meios de transporte públicos. Porem isto não funciona como deveria, serviços sociais de saúde e bem estar são saturados todos os dias, não atendendo toda a população que deveria, porem quem possui condições de pagar um bom