Senso comum vs Ciência
Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Filosofia, por:
Diana Costa, nº 11
Gustavo Figueiró, nº12
11ºA
Agrupamento de Escolas João da Silva Correia
Tipos de conhecimento
Existem três níveis de atividade cognoscitiva:
S co ens m o um Filosofia
Ciê
nc
ia
Senso comum
É uma crença não justificada
Acrítico
Falta de sistematizaç ão
Conheciment o prático
Conhecimento científico
Objetivo
Racional
Revisível
Autónomo
“O homem primitivo explicava os fenómenos (o trovão, por exemplo) como sinais da reprovação de um Ser Superior manifestava para com os comportamentos individuais ou sociais. Ainda hoje são típicas certas explicações de fenómenos por meio de provérbios, crendices e superstições, sobretudo no meio rural. Por outro lado, o homem aprendeu a tirar proveito da natureza, utilizando, por exemplo, o fogo, transformando a matéria prima em utensílios para vestimenta, abrigo, defesa, etc. Aquelas explicações, contudo, não são científicas. Muito de verdade elas podem encerrar. Mas as verdades são incapazes de se constituírem em generalizações objectivas, isto é, de explicarem os fenómenos por suas conexões. Elas fazem parte do que chamamos de conhecimento vulgar, uma vez que esse conhecimento não científico é fruto de um acto espontâneo do espírito, ametódico, assistemático e particular.
As afirmações fundamentadas no senso comum ‘são, em geral, imprecisas e, frequentes vezes, aproximam coisas e processos que diferem de maneira especial. (…) Tendem a ser fragmentárias. (…) Por fim, (…) desprezam outras possibilidades para enfrentar problemas concretos, mantendo vigência por força da autoridade conferida por um costume que não se critica (…)’. Podemos, assim, dizer que o senso comum forma o primeiro degrau da ciência, pois muitas das inúmeras ciências surgiram da preocupação prática do