Resenha projeto etico politico - pep
1 - Qual a concepção sobre o Projeto Ético Político identificada pelos palestrantes? De acordo com o Evaristo Colmán, postular um projeto pressupõe que ocorrem ações considerando-o como certo e correto, que tem um sentido hegemônico. Nesse sentido, indaga o palestrante que a reivindicação e a defesa de um projeto têm o intuito de manter a tradição que o Movimento de Reconceituação almejava que é a idéia de que todos pensavam iguais. Historicamente, quando se inicia a história do Serviço Social, as primeiras escolas vão definir, com toda clareza, que para ser um estudante ou um técnico de Serviço Social tinha que se partilhar da perspectiva doutrinária católica. O pensar tudo igual gera de fato, segundo o professor, uma condição de pertencialidade à profissão. Contudo, a questão que o palestrante coloca para pensar e avançar na apropriação do Projeto Ético-Político (PEP) é justamente se esta questão do pertencimento não estaria de outro modo, repondo aquela forma de todos pensarem iguais. Yolanda Guerra expressou que a polêmica que vem se estabelecendo em torno do que vem a ser o PEP resulta da existência de várias concepções acerca do mesmo. Contudo, ela partirá de uma concepção que ao ser ver, parece mais representativo da realidade. Guerra relata que se faz necessário um debate buscando identificar quem são os interlocutores e a partir de que argumentos trazem suas reflexões que os colocam contra ou a favor do Projeto. Depois, segundo a professora, vem à questão de qual é o alcance de um projeto profissional; qual o seu âmbito, que possibilidades e limites se colocam a uma profissão que está pautada em projetos? O PEP, afirma a palestrante, é considerado a partir de um tripé composto pelo Código de Ética Profissional, pela Lei de Regulamentação da Profissão e pelas Diretrizes Curriculares. De acordo com Guerra, essas três