resenha critica do filme o amor é contagioso
• Para OLIVEIRA (2001, p.104),
“humanizar, caracteriza-se em colocar a cabeça e o coração na tarefa a ser desenvolvida, entregar-se de maneira sincera e leal ao outro e saber ouvir com ciência e paciência as palavras e os silêncios.
O relacionamento e o contato direto fazem crescer, e é neste momento de troca, que humanizo, porque assim posso me reconhecer e me identificar como gente, como ser humano.”
• O centro cirúrgico (CC) é uma unidade fechada onde, na maioria das vezes, o paciente é submetido a procedimentos invasivos que, independentemente da complexidade, podem gerar sentimentos de ansiedade, além de envolver risco, resultando na necessidade de o enfermeiro oferecer atenção especial na recepção e durante sua permanência na respectiva unidade.
• O ato anestésico-cirúrgico predispõe o paciente a uma condição de medo, de insegurança e de instabilidade. É compreensível que ele se sinta atemorizado momentos antes de ser submetido a um procedimento cirúrgico, não somente pelo ambiente, equipamentos, pessoas estranhas, mas, também, pela forma como é recebido pela equipe, considerando que cada pessoa reage de maneira única às situações que vivencia.
• Durante a atuação em CC, os pacientes, na sua maioria, ficam sozinhos no corredor, alguns por longos períodos, às vezes horas, aguardando a liberação de uma sala cirúrgica e/ou a chegada do cirurgião. • Esse fato provoca vários questionamentos, pois pode se perceber na fisionomia das pessoas um misto de apreensão, medo, ansiedade, alguns até mesmo choram em silêncio. O fato de se sentirem vulneráveis, desprotegidos e, até mesmo, ameaçados, pode estar relacionado a informações prévias e a tudo o que veem e escutam nesse local e pode contribuir para exacerbar sentimentos de ameaça, ansiedade e insegurança.
• Dentre as várias funções do enfermeiro no centro cirúrgico (CC), destaca-se receber o paciente, avaliar suas condições