Religiões
PARTE I – Introdução à ética
Em primeiro lugar, antes de entender esta apresentação ou até a ética contemporânea como um todo, é necessário saber o que é ética. O dicionário mini Aurélio define ética com “Conjunto de normas e princípios que norteiam a boa conduta do ser humano.” Ou seja, podemos dizer que ética é o que o ser humano sabe que pode, ou não, fazer ou dizer em público, o que pode, ou não, fazer ou dizer dentro de casa, e etc. A ética, desta forma, faz-nos refletir sobre nossas atitudes e crenças, buscando sempre um bom relacionamento com o próximo, pois apenas com a autocrítica podemos distinguir o que é certo e o que é errado.
PARTE II – Ética contemporânea: Introdução
Historicamente, a idade contemporânea tem início de 1789 d.c., e vem até os dias atuais. A ética contemporânea tem seu início em meados do século XIX e é marcada pela evolução da ciência no mundo. A partir desta evolução, houve uma mudança na forma de encarar a ética. Logo, pode-se dizer na ética contemporânea analisam-se os diferentes hábitos e costumes para chegar a um ponto comum de aceitação.
PARTE III – Vertentes da ética contemporânea
A ética contemporânea possui algumas vertentes:
Existencialismo: A crença existencialista prega que o homem está no mundo para criar seu próprio caminho, tomar suas próprias decisões, criar seus próprios objetivos e etc. Prega também que não há nenhum vínculo entre um ser humano e uma força maior, ou coisa do gênero.
Pragmatismo: O pragmatismo nasceu no Estados Unidos e tem relação com o espírito empresarial, onde diz que algo só pode passar a ser considerado bom para alguém, quando apresenta resultados.
A partir daqui já é possível estabelecer uma relação entre as duas vertentes. Ambas pregam uma forma de individualismo, que foca no momento atual, e deixa as preocupações com o futuro de lado, tira sua importância.
Psicanálise: A psicanálise confirma que alguns do homem