quirais
INDICE
Quiralidade
Relação da quiralidade com o efeito dos fármacos Interacção dos fármacos num organismo animal e as respostas biológicas associadas a essa interacção Exemplos de fármacos quirais Conclusões
QUIRALIDADE
As moléculas que não se sobrepõem com as suas imagens especulares, originando dois enantiómeros - são chamados moléculas quirais enquanto que as aquirais são aquelas em que a sua imagem especular pode ser sobreposta ao objecto original;
Estas moléculas não possuem planos de simetria, isto é, aquele que passa por meio de um objecto de forma que a metade de um objecto seja a imagem especular da outra;
Centros estereogénicos: são átomos de carbono, presentes numa molécula, que estão ligados a quatro substituintes diferentes. Estes não definem quiralidade, porém podem conferir quiralidade.
MOLÉCULA QUIRAL
MOLÉCULA AQUIRAL
RELAÇÃO DA QUIRALIDADE COM OS EFEITOS DOS FÁRMACOS
Entre os vários fármacos que existem alguns apresentam uma particularidade na sua estrutura, que é de fundamental importância para a actividade biológica.
Alguns desses fármacos são quirais, ou seja, têm na sua estrutura um ou mais átomos (na maioria das vezes carbono) que têm a sua orientação tridimensional muito bem definida.
A modificação dessa orientação pode levar à diminuição do efeito biológico, à sua total supressão ou ao aparecimento de um efeito biológico adverso.
Existe nas farmácias uma série de substâncias utilizadas como fármacos que apresentam centros estereogénicos.
A inversão da orientação dos agrupamentos no centro estereogénico pode levar a uma modificação importante da actividade biológica. Nesse caso, a regra R e S é importante, pois permite determinar qual o arranjo espacial correto para cada estereoisómero do fármaco.
Se soubermos disso e associarmos ao efeito biológico, será possível saber qual é