psicologia
Aluna: Taisiane Camila
A história da psicologia jurídica no Brasil deu início em 1960 tendo reconhecimento de sua profissão. Os primeiros trabalhos tiveram influencia da área criminal, focando os estudos de adolescentes e crianças infratoras. Além da área Penal, a Psicologia também atua na área Civil, destacando o direito da criança e adolescente de onde surgiu a ideia de criar o Juizado de Menores. Com este desenvolvimento foram surgindo mais órgão de proteção à criança e adolescente como o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente),assim o Juizado de menores passou a ser denominado Juizado da Infância e Juventude. Os ramos o diretos que têm a participação da psicologia são: Direito da Família, Direito da Criança e do Adolescente, Direto Civil, Direito Penal ,Direito Coletivo e Direito do Trabalho.
As definições de áreas de atuação da Psicologia Jurídica determinadas pela Resolução CFP nº 013/2007 refletem o percurso histórico da Psicologia Jurídica no Brasil, pois, conforme Brito (2005, p. 10), há quatro momentos norteadores das demandas do judiciário.
A primeira, na avaliação da fidedignidade de testemunhos, contribuição dada pela Psicologia Experimental no século XIX, cujos estudos sobre memória, sensação e percepção eram fundamentais ao exame dos testemunhos.
A segunda fase, no final do século XIX, sob a égide da perícia psiquiátrica, quando se tem o reconhecimento da validade de perícias psicológicas ou psicopatológicas de aplicação nas demandas judiciais, instituindo-se o psicodiagnóstico. A terceira fase, já sob a “Constituição Cidadã” , traz no início da década de 90 a necessidade ao Judiciário de atender ao disposto no art. 150 do Estatuto da Criança e do Adolescente – equipe Inter profissional para assessorá- la. Impunham-se soluções urgentes, Além disso, a crescente contratação de peritos autônomos determinou a busca pela criação do cargo de Psicólogo junto ao Poder Judiciário, via